CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO

Capacitação PESSOAS 2023-9 2026/2029

1.1.  Introdução

A Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) apresenta a sua candidatura ao Aviso PESSOAS-2025-17 – Capacitação de Parceiros da Economia Social Membros do Conselho Nacional para a Economia Social (CNES), no âmbito do Programa PESSOAS 2030, cofinanciado pelo Fundo Social Europeu Mais (FSE+). Esta candidatura enquadra-se na tipologia de operação destinada ao reforço da capacidade institucional, organizacional e técnica dos parceiros da economia social, promovendo a modernização, inovação, digitalização e sustentabilidade das estruturas representativas do setor.

A CPCCRD, membro efetivo do CNES, é uma entidade pioneira na representação do Movimento Associativo Popular (MAP), com um histórico de utilidade pública reconhecida e um percurso de mais de cento e vinte anos de serviço à comunidade. Com cerca de 5.100 coletividades filiadas em todo o território nacional — muitas com mais de um século de vida, a Confederação assume-se como a voz das Associações de Cultura, Recreio e Desporto, expressão viva da economia social portuguesa.

Ao representar um universo estimado em 35.000 associações de base comunitária, a CPCCRD desempenha um papel central na valorização das entidades com fins altruísticos, reforçando a sua importância na promoção da cultura, da solidariedade, da participação cívica e da coesão social.

O trabalho da Confederação assenta numa lógica de rede e cooperação, favorecendo a partilha de experiências, o intercâmbio de boas práticas e a gestão colaborativa de recursos. Essa abordagem tem permitido o desenvolvimento de projetos nacionais e internacionais que consolidam a posição do Movimento Associativo Popular como uma força motriz de inclusão, cidadania e desenvolvimento local.

Esta nova candidatura dá continuidade a um ciclo de capacitação iniciado em 2015, aprofundado em sucessivas operações de financiamento e consolidado através de resultados concretos no apoio às coletividades e dirigentes. O projeto PESSOAS-2025-17 surge, assim, como uma etapa de consolidação e modernização, orientada para a transformação digital, inovação organizacional e sustentabilidade das estruturas associativas, assegurando a transferência de conhecimento e a valorização dos seus dirigentes, técnicos e voluntários.

Com esta proposta, a Confederação das Colectividades reafirma o seu compromisso com a missão pública e social que a define desde a sua fundação:

  • Capacitar e qualificar o movimento associativo;
  • Fortalecer as redes de cooperação e representação;
  • Contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e resiliente.

A CPCCRD mantém-se disponível para continuar a construir soluções partilhadas com as suas filiadas, com os parceiros da economia social e com o Estado, promovendo um modelo de desenvolvimento assente na cidadania ativa e no valor coletivo do associativismo português.

                                                                                                                                                                    

1.2 Breve caraterização da Confederação das Colectividades

A Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) — doravante designada Confederação das Colectividades — resulta da transformação da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio, fundada em 31 de maio de 1924. É uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública, que representa e apoia o conjunto das associações culturais, recreativas e desportivas existentes em Portugal.

Com sede na Rua da Palma, n.º 248, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, a Confederação é uma estrutura de âmbito nacional, com representação descentralizada através de Federações Distritais e Regionais e Associações Concelhias, que asseguram a ligação direta ao terreno e às comunidades locais.

A Confederação das Colectividades é composta por um número ilimitado de associações, clubes, sociedades e outras entidades sem fins lucrativos, cujas atividades se desenvolvem nos domínios da cultura, do recreio, do desporto e da solidariedade social. A sua missão consiste em representar, valorizar e fortalecer o movimento associativo popular (MAP), promovendo a coesão social, a cidadania ativa e o reconhecimento das coletividades como agentes essenciais da economia social portuguesa.

Objetivos estatutários principais:

  • Representar o movimento associativo de origem popular nos domínios da cultura, lazer, recreio e desporto;
  • Promover o fortalecimento, a legalização e o reconhecimento público das coletividades;
  • Definir e implementar projetos de interesse comum e criar estruturas de apoio técnico e institucional;

Promover e divulgar os valores do associativismo, da solidariedade e da participação democrática;

  • Apoiar a capacitação e a formação de dirigentes, técnicos e voluntários associativos;
  • Organizar e participar em encontros regionais, nacionais e internacionais, reforçando a cooperação em rede;
  • Desenvolver ações pela paz, igualdade, sustentabilidade e solidariedade entre os povos;
  • Realizar congressos nacionais e regionais abertos à participação de todas as associações filiadas;
  • Prestar serviços associativos de apoio técnico e jurídico, visando o fortalecimento das estruturas locais e a melhoria das condições de vida das populações.

Órgãos Sociais da Confederação

  • Mesa do Congresso
  • Direção Nacional
  • Conselho Fiscal
  • Conselho Jurisdicional
  • Conselho Nacional

Estrutura Organizacional

A CPCCRD é uma estrutura de coordenação nacional, com funcionamento em rede e base federativa, composta por:

  • Federações Distritais e Regionais – que representam a Confederação a nível territorial, assegurando a articulação institucional e a execução de programas locais;
  • Associações Concelhias – que promovem o contacto direto com as coletividades de base e dinamizam o associativismo local.

A organização da Confederação assenta em princípios de representatividade, democracia interna e solidariedade associativa, reforçando a sua posição enquanto parceiro da economia social e membro efetivo do Conselho Nacional para a Economia Social (CNES).

                                                                                                                                                                    

1.3 Beneficiários

O universo de beneficiários da capacitação institucional da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) é composto por dirigentes associativos voluntários (DAVs), técnicos e trabalhadores do movimento associativo, num total estimado de 510 participantes diretos, distribuídos da seguinte forma:

  1. Membros dos Órgãos Sociais da Confederação das Colectividades:
    1. Mesa do Congresso – 5 elementos
    2. Direção Nacional – 13 elementos
    3. Conselho Jurisdicional – 3 elementos
    4. Conselho Fiscal – 5 elementos
    5. Conselho Nacional – 51 elementos
    6. Outros dirigentes das filiadas representadas nos órgãos sociais da Confederação – 77 elementos
  2. Federações Distritais e Regionais – 80 elementos
  3. Associações Concelhias – 80 elementos
  4. Coletividades Elo e entidades parceiras – 20 elementos
  5. Jovens dirigentes associativos (até 35 anos) – 50 elementos
  6. Dirigentes e técnicos de coletividades sediadas em territórios de baixa densidade populacional – 50 elementos
  7. Trabalhadores da Confederação e das filiadas integradas nos seus órgãos sociais – 77 elementos

Enquadramento e impacto esperado

Entre janeiro de 2026 e março de 2029, as atividades de capacitação previstas terão um impacto direto e transformador sobre o universo de dirigentes e trabalhadores do movimento associativo, reforçando competências de gestão, inovação, comunicação, digitalização e sustentabilidade.

Os DAVs — Dirigentes Associativos Voluntários —, enquanto agentes de mudança social e comunitária, reconhecem a importância estratégica da capacitação e modernização institucional para o futuro do Movimento Associativo Popular (MAP).

Com esta nova fase do Programa de Capacitação da CPCCRD, será reforçado o compromisso coletivo com a inovação organizacional, a qualificação de recursos humanos e o trabalho em rede, pilares essenciais à consolidação do papel das coletividades como parceiros ativos da economia social portuguesa.

Regras de comunicação e publicitação Em todas as iniciativas, publicações e produtos de comunicação — físicos, digitais ou audiovisuais — serão incluídas as referências obrigatórias às entidades financiadoras:

  • União Europeia / Fundo Social Europeu Mais (FSE+)
  • Programa PESSOAS 2030
  • Orçamento do Estado de Portugal

Todos os materiais respeitarão as normas gráficas e de identidade visual definidas nos manuais de comunicação do Portugal 2030 e do FSE+.

                                                                                                                                                                    

1.4 Atividades Previstas

As atividades previstas nesta candidatura integram-se no plano de capacitação institucional da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) e visam reforçar a sua capacidade organizacional, técnica e digital, promovendo a sustentabilidade e inovação do Movimento Associativo Popular (MAP).

O conjunto de atividades assegura a continuidade das ações desenvolvidas em fases anteriores (2015-2025) e introduz novos eixos de intervenção em linha com as prioridades do Programa PESSOAS 2030, designadamente:

  • Digitalização e desmaterialização de processos,
  • Inovação e empreendedorismo social,
  • Trabalho em rede nacional e europeu,
  • Formação e qualificação de dirigentes associativos,
  • Valorização da economia social e das coletividades de base comunitária.

AT1. GABINETES DE ATENDIMENTO – CONSOLIDAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

Consolidação e reforço da rede de Gabinetes de Atendimento e Apoio Técnico às filiadas, garantindo a sua sustentabilidade, descentralização e eficiência. Inclui atendimento presencial e digital, apoio jurídico e fiscal, consultoria associativa, e produção de guias técnicos e de apoio à gestão. Pretende-se assegurar uma resposta nacional integrada, apoiada em meios humanos e tecnológicos adequados.

AT2. DINAMIZAR E INFORMAR O ASSOCIATIVISMO – OBSERVATÓRIO, ESTUDOS E COMUNICAÇÃO

Conjunto de ações destinadas à produção, tratamento e divulgação de informação, à dinamização institucional da Confederação e à comunicação pública do associativismo. Visa reforçar a capacidade de análise e de representação do setor, assegurando uma presença ativa no espaço público e uma comunicação moderna e acessível.

Subatividades:

  • AT2.1 – Observatório do Associativismo Popular
  • AT2.2 – Campanha de Angariação de Novas Filiadas
  • AT2.3 – Reuniões da Direção Nacional
  • AT2.4 – Reuniões de Coordenação
  • AT2.5 – Reuniões das Comissões Permanentes dos Gabinetes
  • AT2.6 – Reuniões do Conselho Nacional
  • AT2.7 – Congressos
  • AT2.8 – Comemorações do 31 de Maio – Dia Nacional das Colectividades
  • AT2.9 – Reportagens e Produção Audiovisual
  • AT2.10 – Revista Elo Associativo
  • AT2.11 – Publicação do Magazine Cultural do Associativismo Português
  • AT2.12 – Filme Institucional da CPCCRD
  • AT2.13 – Publicação “100 Anos, 100 Memórias”
  • AT2.14 – Criação e Registo de Marcas
  • AT2.15 – Aquisição de Equipamentos e Mobiliário
  • AT2.16 – Avaliação do Impacto

Estas ações reforçam a visibilidade pública da Confederação, a comunicação interna e externa, e a memória coletiva do movimento associativo.

AT3. INOVAÇÃO E MODERNIZAÇÃO – DESMATERIALIZAÇÃO DE PROCESSOS E ARQUIVOS

Visa modernizar a gestão interna e administrativa da Confederação, assegurando a transição digital e a eficiência organizacional. Inclui a desmaterialização documental, a digitalização de arquivos e a manutenção e atualização das plataformas digitais da Confederação.

Subatividades:

  • Desmaterialização de Processos e Arquivos
  • Plataforma MAP – manutenção e evolução funcional

AT4. FORMAÇÃO – DESENVOLVIMENTO E REFORÇO DE COMPETÊNCIAS

Ações de capacitação e qualificação de dirigentes, técnicos e trabalhadores associativos, centradas na inovação, sustentabilidade, igualdade de género e inclusão. Integra a dinamização da Academia da CPCCRD, com formações presenciais e online.

Subatividades:

  • Sessões Temáticas de Desenvolvimento Associativo
  • Formação dos/as Trabalhadores/as da CPCCRD, das Estruturas Regionais e das Filiadas representadas nos Órgãos Sociais da Confederação

AT5. COMUNIDADE INTERNACIONAL – REDES INTERNACIONAIS DO ASSOCIATIVISMO

Reforço da presença da CPCCRD no espaço internacional e lusófono, através da cooperação e partilha de boas práticas com entidades congéneres, promovendo a imagem do associativismo português além-fronteiras.

Subatividades:

  • Tradução e manutenção da Plataforma Internacional
  • Tradução e manutenção do site do Observatório do Associativismo
  • Encontros Ibéricos
  • Rede da Diáspora e da Lusofonia
  • Redes de Caminhos Solidários

AT6. PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – ESTUDO DE OPINIÃO

Monitorização dos resultados do Programa de Capacitação, através da realização de um Estudo de Opinião dirigido aos dirigentes, técnicos e trabalhadores das estruturas associativas. Visa conhecer o impacto das ações realizadas e recolher contributos para a melhoria contínua do desempenho da Confederação.

Nota: As seis atividades definidas estão em plena conformidade com os objetivos específicos do Aviso, nomeadamente:

  • Capacitação institucional e técnica das entidades da economia social;
  • Reforço da cooperação e trabalho em rede a nível nacional e europeu;
  • Digitalização e modernização organizacional;
  • Promoção da sustentabilidade, igualdade e inovação social.

                                                                                                                                                                    

1.5 Objetivos a atingir

Tal como nas fases anteriores do Programa de Capacitação da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), esta candidatura ao Aviso PESSOAS-2025-17 define metas quantitativas e qualitativas que assegurem a modernização e a consolidação do Movimento Associativo Popular (MAP).

 Entre os/as cerca de 510 beneficiários diretos — dirigentes associativos voluntários (DAVs), técnicos e trabalhadores —, estabelece-se como meta uma taxa mínima de participação de 30% nas ações de capacitação e uma taxa de satisfação igual ou superior a 80% relativamente ao impacto das atividades desenvolvidas.

Objetivos principais

  • Consolidar a inovação, modernização e digitalização dos serviços da Confederação e das suas estruturas regionais e concelhias, assegurando a transição digital e a desmaterialização de processos administrativos e associativos.
  • Reforçar o papel do Observatório do Associativismo Popular (OBAP) como instrumento técnico de estudo, recolha e análise de dados sobre o MAP, contribuindo para uma maior visibilidade pública e valorização social das coletividades.
  • Dinamizar e apoiar as estruturas descentralizadas e os gabinetes regionais, promovendo a cultura de proximidade e o trabalho em rede nacional e europeu.
  • Expandir e diversificar a utilização da Plataforma MAP, garantindo a sua atualização tecnológica, a integração de novos serviços e o aumento dos utilizadores registados.
  • Ampliar as parcerias institucionais e comunitárias com entidades da economia social, autarquias, escolas, universidades, empresas e meios de comunicação, promovendo a intercooperação e a inovação social.
  • Fomentar o diálogo intergeracional entre dirigentes seniores e jovens líderes, assegurando a transferência de conhecimento e competências e a renovação das lideranças associativas.
  • Promover práticas sustentáveis e financeiramente responsáveis, estimulando a eficiência na gestão de recursos, a redução de custos e a diversificação de fontes de receita, nomeadamente através de modelos de economia circular e de responsabilidade social.
  • Incentivar a igualdade de género e a participação juvenil, aumentando o número de mulheres e jovens dirigentes associativos, bem como a sua presença em órgãos sociais e cargos de decisão.
  • Reforçar e expandir as ações de formação e capacitação dos DAVs, promovendo a aquisição de novas competências digitais, organizacionais e comunicacionais adequadas aos desafios contemporâneos.
  • Aprofundar a cooperação com instituições de ensino superior e centros de investigação, potenciando a produção de conhecimento e o estudo científico do associativismo popular.
  • Dar maior visibilidade e reconhecimento à Economia Social e ao Movimento Associativo Popular, sublinhando o seu contributo para a coesão social, o emprego e a participação cidadã.
  • Fortalecer as relações institucionais da CPCCRD com o poder central e local, assegurando o reconhecimento da Confederação como parceiro estratégico do Estado português no domínio da cultura, do desporto e da economia social.
  • Reforçar o desenvolvimento orgânico e institucional da Confederação, consolidando a sua rede nacional e a articulação entre os diferentes níveis da sua estrutura federativa.

Síntese

Com estas metas e objetivos, a candidatura da CPCCRD pretende aprofundar o processo de capacitação iniciado em 2015, assegurando a sustentabilidade técnica, organizacional e humana do movimento associativo português e contribuindo para a concretização dos objetivos do Programa PESSOAS 2030 e do Fundo Social Europeu Mais (FSE+).

                                                                                                                                                                    

1.6 Recursos e contratualizações

A execução do Programa de Capacitação da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) envolve uma equipa técnica multidisciplinar e o recurso a prestadores de serviços especializados, assegurando a execução eficaz, o cumprimento das normas do FSE+ e a qualidade técnica das atividades.

Equipa Profissional do Projeto (Rubrica 1 – Pessoal interno e externo)

A equipa afeta à operação é composta por pessoal interno permanente e colaboradores externos contratados especificamente para o desenvolvimento e acompanhamento técnico das atividades.

 Composição prevista:

  • 3 trabalhadores/as internas permanentes da CPCCRD;
  • 1 Gestor/a do Projeto, com contrato de trabalho por tempo indeterminado, responsável pela coordenação global do Programa de Capacitação;
  • 4 técnicos/as administrativos/as e de apoio territorial, afetos aos Gabinetes Regionais da Estremadura, Norte, Centro e Sul;
  • Dirigentes Associativos Voluntários (DAVs) envolvidos nas atividades de capacitação, representando o movimento associativo nas suas regiões;
  • Serviços de apoio especializados, designadamente:
    • Contabilidade e gestão financeira;
    • Consultadoria jurídica e fiscal;
    • Consultadoria informática e manutenção de plataformas digitais;
    • Comunicação e assessoria de imprensa;
    • Serviços de limpeza e manutenção de instalações.

Esta estrutura assegura a cobertura técnica e administrativa necessária à execução descentralizada do projeto e ao acompanhamento das ações nas diferentes regiões do país.

Contratações externas (Rubrica 2 – Encargos Diretos com Aquisição de Bens e Serviços)

Serão contratadas entidades externas e especialistas em áreas específicas para a execução das atividades previstas, nomeadamente:

  • Entidades formadoras certificadas, para ações de capacitação e formação;
  • Entidades académicas e centros de investigação, para estudos e consultoria científica;
  • Empresas de tecnologias de informação e comunicação (TIC), responsáveis pela manutenção e desenvolvimento da Plataforma MAP e outros sistemas digitais;
  • Especialistas em comunicação, audiovisuais, design gráfico, web design e branding;
  • Tradutores e revisores, para conteúdos multilingues no âmbito das redes internacionais;
  • Serviços logísticos e operacionais, incluindo:
  • Estadias e deslocações;
  • Aluguer de espaços para eventos indoor e outdoor;
  • Taxas de licenciamento e seguros de eventos;
  • Aluguer de veículos e transporte de equipamentos.

Na Rubrica 2 integram-se também as aquisições de bens e equipamentos necessários à execução das atividades, designadamente:

  • Equipamentos informáticos (computadores, multifunções, telemóveis, monitores, hotspots);
  • Software, licenças e aplicações de gestão;
  • Equipamentos audiovisuais e multimédia;
  • Mobiliário e elementos de exposição (stands, painéis, roll-up banners);
  • Materiais de comunicação e divulgação (brindes, folhetos, cartazes, brochuras, revistas).

Estas despesas destinam-se a garantir as condições técnicas e logísticas adequadas para a implementação eficaz do Programa de Capacitação e para a divulgação dos seus resultados.

Despesas Gerais e de Funcionamento (Rubricas 3 e 4)

As despesas gerais da operação incluem custos correntes indispensáveis ao funcionamento da estrutura de gestão do projeto e à manutenção das plataformas digitais:

  • Comunicações (voz fixa, móvel e dados);
  • Consumos de água e energia elétrica;
  • Manutenção, alojamento e assistência técnica da Plataforma MAP e dos Gabinetes Regionais;
  • Rendas e cedência de espaços para o funcionamento dos gabinetes;
  • Custos de limpeza, conservação e pequenos consumos correntes.

Síntese

Os recursos humanos, técnicos e logísticos aqui descritos garantem a execução eficiente e transparente do Programa de Capacitação, assegurando o cumprimento dos princípios de elegibilidade do FSE+, nomeadamente a afetação proporcional dos custos, a racionalidade das despesas e a observância das normas de publicitação e contratação pública aplicáveis.

AT1.1. Introdução

Durante as fases anteriores do Programa de Capacitação foram criados quatro Gabinetes de Atendimento à Economia Social, localizados estrategicamente nas regiões Norte, Centro, Sul e Estremadura. Estes gabinetes constituem hoje estruturas de proximidade territorial, essenciais à execução e disseminação das políticas de capacitação, inovação e sustentabilidade do Movimento Associativo Popular (MAP).

Nesta nova fase do projeto, os Gabinetes continuam a assumir um papel estruturante, funcionando como pilares de todas as atividades a implementar. Os objetivos centram-se na sua consolidação, sustentabilidade e estabilidade, assegurando a continuidade do trabalho iniciado e reforçando a sua capacidade técnica e institucional.

O funcionamento dos gabinetes contribui diretamente para:

  • a capacitação institucional da Confederação enquanto entidade da Economia Social e membro do CNES;
  • a inovação organizacional e digital através de práticas colaborativas e desmaterializadas;
  • a promoção de redes de cooperação e partilha de conhecimento a nível nacional e europeu.

Os Gabinetes apoiarão a execução de ações destinadas a fortalecer a gestão associativa, a sustentabilidade das organizações filiadas e o desenvolvimento de práticas inovadoras baseadas em ferramentas digitais, nomeadamente a Plataforma MAP, enquanto instrumento de gestão, diagnóstico e partilha de dados entre entidades da Economia Social.

Principais funções e responsabilidades

Os Dirigentes e Trabalhadores/as dos Gabinetes de Atendimento manterão e aprofundarão as seguintes funções:

  1. Atendimento personalizado às coletividades filiadas e não filiadas, bem como à população das respetivas áreas de abrangência.
  2. Promoção de parcerias locais e setoriais com entidades públicas, privadas e da Economia Social, para implementação de ações de mentoria, formação-ação, sessões de esclarecimento e campanhas temáticas.
  3. Coordenação da calendarização e acompanhamento das atividades no território, assegurando a articulação entre os diversos intervenientes estratégicos e a dinamização da Agenda da Economia Social.
  4. Atualização contínua das bases de dados de filiadas, dirigentes e participantes, garantindo a fiabilidade da informação e o cumprimento das regras de proteção de dados.
  5. Reforço da replicação de boas práticas, estimulando a adoção de soluções de gestão sustentáveis e inovadoras.
  6. Utilização e desenvolvimento da Plataforma MAP, participando ativamente na desmaterialização de processos e salvaguarda de arquivos associativos, promovendo o trabalho em rede e à distância.
  7. Divulgação ativa dos programas e avisos de financiamento, nomeadamente no âmbito do Portugal 2030 e de outras linhas de apoio à Economia Social, prestando assessoria técnica às coletividades.
  8. Negociação de parcerias e protocolos de visibilidade, nomeadamente com rádios locais, imprensa regional, feiras e certames, fortalecendo a imagem pública da Confederação e das suas filiadas.
  9. Expansão das redes de proximidade e do trabalho em rede, incluindo o relacionamento transfronteiriço com entidades da economia social em Espanha, num raio de 50 km a partir da fronteira.
  10. Promoção da cooperação transnacional, reforçando a interconexão e interdependência entre organizações da União Europeia.
  11. Funcionamento, com horários adaptados às necessidades das comunidades locais e eventuais aberturas ao sábado, garantindo cobertura integral do território continental através dos quatro gabinetes regionais.

Organização e funcionamento

Os Gabinetes Regionais continuarão a funcionar em espaços cedidos ou arrendados, com condições adequadas de acessibilidade e visibilidade pública.

O Gabinete da Estremadura, sediado em Lisboa, manterá igualmente as funções de coordenação nacional do Programa de Capacitação, assegurando a articulação entre todos os gabinetes e a gestão centralizada do projeto.

A criação e manutenção de postos de trabalho qualificados, bem como a proximidade territorial com as estruturas filiadas e comunidades locais, continuarão a ser fatores distintivos da atuação da CPCCRD no contexto da Economia Social e um contributo concreto para a coesão territorial e inovação social.

Síntese de objetivos do AT1

  • Consolidar e estabilizar os quatro gabinetes regionais criados nas fases anteriores.
  • Reforçar o seu papel como estruturas de capacitação, atendimento e inovação territorial.
  • Integrar práticas sustentáveis, digitais e colaborativas na gestão associativa.
  • Expandir o impacto do Programa de Capacitação a todo o território nacional e transfronteiriço.

AT1.2 Recursos Humanos e Físicos do Projeto

Coordenação

  • Coordenador do Projeto: Dirigente Associativo Voluntário Eleito (DAV), atual Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – CPCCRD.
  • 4 DAVs Responsáveis pelos Gabinetes Regionais (Norte, Centro, Estremadura e Sul).
  • Gestor/a do Projeto, com formação em Ciências Sociais, Humanas e/ou Jurídicas e certificado/a como formador/a, com contrato de trabalho a termo indeterminado e afeto/a ao Programa de Capacitação a tempo inteiro.
  • 1 Técnica Administrativa, responsável pelas tarefas de tesouraria, faturação e processamento salarial, trabalhadora permanente da CPCCRD, com imputação média estimada ao projeto de 80%.
  • 1 Técnica Administrativa, com funções de coordenação das atividades (formação, reuniões, eventos, etc.), apoio direto aos quatro gabinetes e à coordenação geral. Trabalhadora permanente da CPCCRD, com imputação média estimada de 70%.

Gabinete Polo de Atendimento do Norte

  • 1 DAV Responsável pelo Gabinete, membro da Direção Nacional.
  • Comissão Permanente, composta por membros dos órgãos sociais, estruturas distritais e concelhias e dirigentes destacados na dinamização do Programa de Capacitação.
  • 1 Técnico/a Administrativo/a, contratado/a a termo indeterminado, a tempo inteiro, afeto/a ao Programa de Capacitação.

Gabinete Polo de Atendimento do Centro

  • 1 DAV Responsável pelo Gabinete, membro da Direção Nacional.
  • Comissão Permanente, composta por representantes das estruturas distritais, concelhias e dirigentes associativos envolvidos no Programa de Capacitação.
  • 1 Técnico/a Administrativo/a, contratado/a a termo indeterminado, a tempo inteiro, afeto/a ao Programa de Capacitação.

Gabinete Polo de Atendimento da Estremadura

  • 1 DAV Responsável pelo Gabinete, membro da Direção Nacional.
  • Comissão Permanente, composta por dirigentes das estruturas distritais e concelhias e por elementos dos órgãos sociais.
  • 1 Técnico/a Administrativo/a, trabalhador/a permanente da CPCCRD, com contrato a tempo inteiro.

Gabinete Polo de Atendimento do Sul

  • 1 DAV Responsável pelo Gabinete, membro da Direção Nacional.
  • Comissão Permanente, composta por dirigentes locais, concelhios e distritais.
  • 1 Técnico/a Administrativo/a, contratado/a a termo indeterminado, a tempo inteiro, afeto/a ao Programa de Capacitação.

Organização, Funcionamento e Rede Técnica

Os Gabinetes Regionais de Atendimento à Economia Social dispõem de um fundo de maneio fixo para pequenas despesas correntes, nomeadamente material de escritório, higiene e limpeza e consumíveis informáticos. Todos os Gabinetes estarão em rede permanente com a sede da CPCCRD (Lisboa), assegurando comunicação e partilha de dados 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O sistema técnico e administrativo manterá capacidade para funcionar em regime de teletrabalho, garantindo a continuidade do atendimento às filiadas e ao público em geral.

Nesta nova fase do Programa de Capacitação serão introduzidas melhorias substanciais na Plataforma MAP, incluindo:

  • desenvolvimento de novas funcionalidades e serviços de gestão associativa;
  • integração de todas as filiadas ainda não registadas no sistema;
  • reforço da segurança digital e interoperabilidade com outras plataformas da economia social;
  • disponibilização de relatórios automáticos e ferramentas de monitorização de indicadores.

 A CPCCRD manterá uma estratégia específica de capacitação digital, assegurando que cada trabalhador/a e DAV dos Gabinetes possui formação técnica e suporte tecnológico adequado às novas exigências de gestão, inovação e comunicação.

Função dos Gabinetes

Os Gabinetes de Atendimento à Economia Social são:

  • Pontos de encontro e articulação do Movimento Associativo Popular (MAP);
  • Serviços descentralizados da Confederação e canais de proximidade junto das suas estruturas regionais e locais;
  • Centros de dinamização e execução das atividades do Programa de Capacitação, promovendo a coesão territorial, a modernização institucional e o trabalho em rede.

Para garantir uma execução eficaz, será implementado um programa interno de formação contínua destinado aos/as trabalhadores/as e DAVs dos Gabinetes, reforçando as suas competências de gestão, comunicação, digitalização e apoio às filiadas.

Evidências e Produtos

  1. Contratos de trabalho e documentação de vínculo laboral.
  2. Justificação da afetação e imputação dos/as trabalhadores/as.
  3. Timesheets e registos mensais de horas
  4. Contratos e checklists dos fornecedores de serviços.
  5. Cadernos de encargos e processos de consulta.
  6. Contratos de arrendamento ou cedência de espaços dos Gabinetes.
  7. Relatórios trimestrais de execução física e financeira.
  8. Relatório de avaliação externa do impacto do projeto.
  9. Registos fotográficos das atividades.
  10. Documentação relativa à aquisição e aluguer de equipamentos.
  11. Documentação das deslocações, refeições e estadias (mapas de quilómetros, faturas, recibos).
  12. Resumos e atas das reuniões e sessões de trabalho com parceiros estratégicos.
  13. Folhas de presença das ações, reuniões e sessões de capacitação.

Início da atividade: janeiro de 2026

Fim da atividade: março de 2029

O objetivo fundamental deste projeto é, naturalmente, o de potenciar a força inerente ao Movimento Associativo Popular. O facto de existirem, por todo o país, mesmo nos locais mais isolados e mais despovoados, Clubes, Associações e Coletividades que prestam um serviço inquantificável e insubstituível na assistência às populações, muitas vezes sem terem consciência dele, é uma mais-valia que só terá continuidade se existir um trabalho sério e sistemático de empoderamento e capacitação dos dirigentes associativos. A cada vez maior exigência de conhecimento e adaptação às exigências legais e funcionais levam à desmotivação dos dirigentes associativos e à dificuldade em recrutar novos dirigentes o que poderá levar ao encerramento de muitas destas Coletividades. O trabalho que tem sido realizado pela Confederação ao longo dos anos, com particular destaque para o período de pandemia, fez com que se tecessem redes de contactos, de troca de experiências, de partilha de conhecimento e de suporte científico e técnico, sem as quais o MAP estaria muito mais frágil.

As atividades deste Capítulo centram-se em quatro objetivos principais

  • Informação
  • Capacitação
  • Valorização
  • Crescimento

AT2.1 OBSERVATÓRIO DO ASSOCIATIVISMO POPULAR

O OBAP – OBSERVATÓRIO DO ASSOCIATIVISMO POPULAR centra as suas atividades no tema do Associativismo Popular. Para além de promover o conhecimento científico nesta área, o Observatório assume como missão a disponibilização pública de informação rigorosa e atualizada sobre o tema. Constitui-se, deste modo, como um instrumento de investigação científica e difusão de conhecimento.

O OBAP – OBSERVATÓRIO DO ASSOCIATIVISMO POPULAR é único na Europa e constitui um valioso contributo para a ECONOMIA SOCIAL, a nível nacional e da União Europeia.

De 2024 a 2025, o OBAP vai continuar a divulgar dados, promover encontros e a produzir novos estudos e relatórios sobre o ASSOCIATIVISMO POPULAR.

AT2.1.1. Conta Satélite

No decorrer desta fase do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, em parceria com o INE – INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA, irá procurar aprofundar os dados da CONTA SATÉLITE DA ECONOMIA SOCIAL:

  1. Desagregar os dados por Família da Economia Social;
  2. Apresentar uma proposta de densificação e composição das contas.

AT2.1.2 Relatório de estudos

Como em fases anteriores, será produzido um relatório anual de identificação de estudos, conferências e seminários sobre o ASSOCIATIVISMO POPULAR realizados em Portugal.

AT2.1.3. Plataforma de divulgação

Em anos anteriores foi registado o domínio www.observatorio-do-associativismo-popular.org.pt e foi contratualizado o respetivo alojamento, em interligação com a PLATAFORMA MAP. Propomo-nos, com este Projeto, continuar a trazer mais e novos conteúdos, manter atualizada a tradução dos conteúdos do site e consolidar a sua imagem de marca.

AT2.1.2. Diagnóstico de Prioridades e Necessidades do MAP

O “Diagnóstico de Prioridades e Necessidades do Movimento Associativo Popular” refere-se a um processo contínuo de análise e avaliação das principais demandas, desafios e necessidades enfrentadas por organizações e grupos do Movimento Associativo Popular. O diagnóstico busca identificar e compreender as prioridades específicas e as necessidades do MAP a longo termo, para que as estratégias e as ações adequadas possam ser planeadas em resposta a essas demandas. Isto irá envolver a realização de pesquisas, entrevistas, reuniões e outras atividades de recolha de dados para reunir informações sobre as condições, desafios e aspirações das comunidades representadas pelo movimento associativo popular.

O objetivo final é obter uma base sólida para o desenvolvimento de políticas, programas e projetos que atendam às necessidades reais das comunidades, promovendo a participação ativa e o empoderamento dos membros do movimento associativo popular. Este tipo de diagnóstico é fundamental para orientar o planeamento estratégico e as ações que visam melhorar as condições de vida e promover a justiça social nas comunidades representadas.

AT2.1.3. Escola do Associativismo

Na procura de maior ligação às camadas jovens da população, com o consequente aumento do número de jovens a assumir cargos de Direcção do MAP, é central a ligação entre a Escola e o tecido Associativo do local em que se insere. Esta ligação poderá ser vista nas perspetivas “Associativismo vai à Escola” ou “A Escola visita a Associação” ou ainda “O Associativismo é uma Escola de vida democrática”.

Esta atividade tem por objetivo consolidar trabalho nestas três vertentes.

Baseados na experiência piloto no Concelho do Bombarral em 2021, propomo-nos

  • Replicar a experiência a partir do Relatório produzido pela equipa do OBAP em pelo menos dois concelhos;
  • Aprofundar o conceito de forma a criar um Manual de boas práticas que facilite a réplica do modelo;
  • Trabalhar no sentido da criação de módulos curriculares a oferecer às Escolas e aos vários níveis de ensino, incidindo nas áreas de cidadania, com conteúdos ligados diretamente com o Associativismo.

Evidências/Produtos:

  1. Relatórios;
  2. Estudos/manuais;
  3. Eventos;
  4. Fotografias;
  5. Infografias.

Início da atividade – janeiro 2024

Fim da atividade – dezembro 2025

 

AT2.2. CRESCER EM NOVAS FILIADAS

Crescer em Novas Filiadas é uma campanha que tem como objetivo aumentar o número de filiadas da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES de entre as mais de 35 000 associações de cultura, recreio e desporto e outras, existentes no país, enquanto consolida a sua estrutura nacional e associativa. Isso terá forte impacto no fortalecimento da rede associativa e na melhoria da estabilidade financeira da Confederação.

Este crescimento beneficiará certamente a atividade cultural, de lazer e desportiva ao nível local e nacional. É uma estratégia importante para o crescimento e o fortalecimento do setor de cultura, do recreio e do desporto.

A campanha será implementada com recurso aos canais de comunicação mais adequados para alcançar o público-alvo através dos Mídias Sociais, e-mail marketing, panfletos ou anúncios em jornais locais e regionais. Criação de eventos e atividades que possam atrair a atenção das pessoas/associações para a campanha e mostrar as vantagens em participar e fazer parte da Confederação.

Os objetivos a atingir serão 500 novas filiadas.

O acompanhamento e avaliação dos resultados da campanha será efetuado mensalmente.

Evidências e Produtos:

  1. Relatórios;
  2. Eventos;
  3. Fotografias.

Início da atividade – junho 2024

Fim da atividade – outubro 2025

AT2.3. REUNIÕES DIREÇÃO NACIONAL

Serão realizadas reuniões semanais.

AT2.4. REUNIÕES COORDENAÇÃO

Serão realizadas reuniões quinzenais.

AT2.5. REUNIÕES COMISSÕES PERMANENTES DOS GABINETES

As Comissões Permanentes dos Gabinetes reunirão mensalmente.

AT2.6. REUNIÕES CONSELHO NACIONAL

O Conselho Nacional Reunirá três vezes por ano.

Início das atividades AT2.4 a AT2.7 – janeiro 2024

Fim das atividades AT2.4 a AT2.7 – dezembro 2025

AT2.7. CONGRESSOS

AT2.7.1. Congresso do Centenários

No ano de 2024 a Confederação fará 100 anos. As comemorações iniciaram-se a 31 de maio de 2023 e prevê-se que terminem em 2024 com a realização de um grande Congresso do Centenário.

Este será realizado na cidade de Setúbal. Contará com a participação alargada dos dirigentes associativos das nossas filiadas e diversos convidados dos mais variados setores, com destaque para as entidades que fazem parte da CPES – CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ECONOMIA SOCIAL e individualidades governamentais. 

Além de assinalar a efeméride perspetivamos o lançamento do trabalho para os próximos anos onde, certamente, os objetivos deste projeto serão centrais.

AT2.7.2. Congresso Extraordinário

Será realizado o Congresso Extraordinário com um número de participantes semelhante ao do Congresso do Centenário.

AT2.8. COMEMORAÇÕES 31 MAIO – Dia Nacional das Colectividades

Este período será um tempo de celebração, reflexão e renovação do nosso compromisso com os princípios que norteiam a nossa Confederação.

Será assinalado o Dia Nacional das Coletividades, 31 de maio de 2024 e 2025, promovendo-se a dinamização da sua comemoração a nível nacional, em todo o Movimento Associativo Popular, com a entrega de Galardões e Distinções a várias Entidades (instituições centenárias, individualidades, municípios, etc…) e no ano de 2024 procedendo por essa ocasião à inauguração da Galeria de Presidentes na sede social.

Evidências/Produtos:

  1. Lista de presenças;
  2. Publicidade/Cartazes;
  3.  

Início da atividade – abril 2024

Fim da atividade – junho 2025

 

AT2.9. FEIRAS E CERTAMES

Feiras e Certames e Conferência de Encerramento do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO. Esta iniciativa da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES pretende dar seguimento às linhas estratégicas resultantes do Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes realizado em 2015, do Congresso Nacional da Economia Social 2017 e do Congresso Estatutário Eleitoral de 2019 e 2022, as quais apontam para um novo modelo associativo onde imperam as parcerias, a cooperação informal, mas sistemática e a ação conjunta em aspetos que nenhuma das partes conseguirá se não tiverem em conta o todo associativo. Promover o desenvolvimento e a interação entre as Associações e os vários setores da sociedade, para criar oportunidades e apresentar o importante trabalho desenvolvido pelo Associativismo.

Cada Gabinete dará visibilidade à agenda de Feiras e Certames da sua região e será presença da
CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES com um stand, Polo de Atendimento, sempre que tal seja considerado pertinente e até um máximo de 4 eventos anuais até Outubro de 2025.

Prevemos a participação nos ENCONTROS PNAID – Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora e nos Encontros de 2024 e 2025.

Evidências/Produtos:

  1. Relatórios;
  2. Fotografias.

Início da atividade – agosto 2024

Fim da atividade – setembro 2025

 

AT2.10. FESTIVAL DE CURTAS -METRAGENS

Inserido na estratégia de envolvimento das camadas mais jovens, propõe-se a criação de um Festival de Curtas-Metragens.

O Festival de Curtas-Metragens é uma iniciativa de caráter recreativo e cultural que consiste na apresentação de produções cinematográficas de cariz estético, recreativo, informativo, didático ou publicitário, produção de filmes de curta-metragem.

Atualmente muitos são os/as jovens que têm o seu próprio canal de YOUTUBE, com desenvolvimento próprio de conteúdos sobre as mais diversas temáticas.

Baseado nessas práticas, o Festival de CURTAS-METRAGENS vai promover o Associativismo, também junto dos/as mais novos/as (rapazes e raparigas com idades compreendidas entre os 15 e os 29 anos).

Como funciona?

  • No primeiro semestre de 2025 a Confederação fará a divulgação do regulamento do Festival, destinado à participação de jovens portugueses, incluindo a diáspora portuguesa, com idades compreendidas entre os 15 e os 29 anos.
  • O Regulamento do Festival indicará duração e datas, condições de admissibilidade dos trabalhos, inscrições (que serão gratuitas), receção e características técnicas da obra.
  • É selecionado o melhor filme ou filmes que, posteriormente, serão exibidos no DOC LISBOA.

Evidências/ Produtos:

  1. Listas de inscrição.
  2. Fotografias.
  3. Vídeos.

Início da Atividade: janeiro de 2025

Fim da Atividade: 30 junho de 2025

AT2.11.  REPORTAGENS

As “reportagens” geralmente envolvem a recolha, análise e apresentação de informações sobre tópicos específicos. No contexto do movimento associativo, essas reportagens, que se pretendem ver veiculadas em diversos meios de comunicação, como jornais locais, revistas associativas, sites e redes sociais, são fundamentais para aumentar a visibilidade do trabalho realizado no seio da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e  desempenham um papel importante na divulgação das atividades das associações, na promoção de eventos e na consciencialização sobre questões relevantes para a comunidade associativa e para o público em geral. Além disso, as reportagens também irão contribuir para o registo histórico das atividades e realizações do movimento associativo ao longo do tempo.

A cobertura jornalística ou reportagens sobre o movimento associativo desempenha um papel crucial, oferecendo inúmeras vantagens que são essenciais para a vitalidade e influência destas organizações. A importância da reportagem sobre o movimento associativo é notável em diversos aspetos, das quais destacamos:

Amplificação da Visibilidade e Promoção: Aumentar a visibilidade das atividades das associações, ajudando na promoção de eventos, iniciativas culturais, desportivas, recreativas, entre outras. Um forte meio de atrair a atenção de um público mais amplo, incluindo potenciais, patrocinadores e parceiros.

Consciencialização Comunitária: Ganhar o interesse para a consciencialização sobre questões importantes para a comunidade associativa e para a comunidade em geral, como as causas culturais, desportivas, sociais e outras áreas de interesse.

Registo Histórico: As reportagens servem como um registo histórico das atividades do movimento associativo ao longo do tempo. Isso é valioso para documentar conquistas, desafios superados e o impacto das associações na comunidade.

Envolvimento Comunitário e Participação Ativa: Ao relatar eventos e atividades, as reportagens incentivam o envolvimento da comunidade e são um apelo a uma maior participação em eventos, ao aumento do apoio à comunidade e fortalecimento dos laços sociais.

Captação de Recursos: Uma cobertura positiva pode atrair a atenção de patrocinadores, doadores e outras fontes de financiamento. Isso pode ser crucial para a futura sustentabilidade financeira das associações.

Influência “Politica”: As reportagens têm uma forte capacidade de influenciar a opinião pública e as decisões políticas, destacando questões importantes na defesa dos interesses do movimento associativo.

Incentivo à Participação Cívica: Ao destacar as atividades e conquistas do movimento associativo, as reportagens podem promover a participação cívica, motivando os indivíduos a partilhar, envolvendo-se nas suas comunidades e a contribuírem para o bem comum.

Em resumo, a cobertura “jornalística” é uma ferramenta poderosa para promover, fortalecer e legitimar o papel do movimento associativo na sociedade, contribuindo para a construção de comunidades mais informadas, envolvidas e participativas.

Evidências/ Produtos:

  1. Fotografias.
  2. Vídeos.

Início da Atividade: maio de 2024

Fim da Atividade: Dezembro de 2025

 

AT2.12. ELO ASSOCIATIVO

A Revista ELO Associativo é uma publicação periódica, existente desde maio de 1987, com informação sobre o trabalho da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES, os projetos em curso, temas de interesse para o MAP, o trabalho em rede entre as Filiadas, com divulgação de exemplos de práticas bem-sucedidas e promoção do seu incremento.

O suporte é digital e a difusão é feita online.

Periodicidade trimestral: janeiro, abril, julho e outubro.

Início da Atividade: janeiro de 2024

Fim da Atividade: dezembro de 2025

AT2.13. MAGAZINE CULTURAL DO ASSOCIATIVISMO PORTUGUÊS

Uma revista em formato digital e impressa sobre a Arte, Património e a Cultura Associativa em Portugal e na Diáspora Portuguesa. Publicações anuais (2024 e 2025), que incluirão temáticas sobre o projeto com vista à divulgação das atividades às Filiadas e às Estruturas da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES, Academia e à sociedade em geral.

  • A disseminação de práticas bem-sucedidas e experiências.
  • A promoção do trabalho em rede e do conhecimento produzido sobre o MAP pela Economia Social.
  • Ao incentivo para a participação ativa no projeto nas suas variadas vertentes. As referidas revistas constituem um instrumento fundamental para a CAPACITAÇÃO de Dirigentes e técnicos/as e são um contributo incontornável para a disseminação do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO e para a partilha de conteúdos entre as entidades da Economia Social.

Início da Atividade: março de 2024

Fim da Atividade: setembro de 2025

AT2.14. FILME INSTITUCIONAL

A comunicação e informação são elementos fundamentais no trabalho da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES.

A necessidade de chegarmos ao maior número possível de pessoas é evidente e a produção de vídeos promocionais e informativos é, atualmente, uma ferramenta de que não podemos prescindir.

Nesta fase do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, vamos proceder à produção de vídeos que promovam a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e informem a população em geral da nossa atividade, nomeadamente:

  • Filme promocional da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e das suas Estruturas.
  • Filme de divulgação das atividades deste Projeto, com referência explícita ao Programa Pessoas2030.

Início da Atividade: janeiro de 2025

Fim da Atividade: setembro de 2025

AT2.15. TESOURO DE MEMÓRIAS E IMAGENS

Livro “100 anos – 100 memórias” Publicação alusiva ao tema “100 anos – 100 memórias” de fotos para celebrar e dar a conhecer momentos especiais e marcantes da vida da Confederação e do movimento associativo.

Tesouro de memória e imagem: Publicação de memórias fotográficas é uma riqueza de gravações visuais, para reviver e partilhar com as gerações atuais e futuras. Cada foto pode representar um momento especial ou uma história única da vida da Confederação e de Portugal, permitindo preservar e partilhar essas memórias preciosas.

A fotografia tem uma fortíssima capacidade de olhar o passado e relembrar momentos marcantes, reviver experiências, pessoas e lugares que fizeram parte de uma jornada de 100 anos. Partilhar com toda a família associativa uma fonte inesgotável de histórias, para ajudar a fortalecer laços familiares e amizades, experiências e valiosas lições de vida.

Uma documentação histórica e um registo valioso da história coletiva da confederação ao longo dos anos. Testemunhas de eventos e de mudanças que ocorreram, conquistas, desafios superados, momentos felizes e até mesmo dos obstáculos que foram sentidos ao longo dos anos e uma fonte de inspiração para as gerações futuras.

Evidências/Produtos:

  1. Publicação;
  2. Eventos;
  3. Fotografias.

Início da atividade – outubro 2024

Fim da atividade – maio 2025

AT2.16.  CRIAÇÃO E REGISTO MARCAS

A decisão da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto de implementar ações relacionadas ao registo de marcas demonstra um compromisso estratégico para fortalecer a sua identidade e proteger os interesses das coletividades associadas. Um processo de estudo e criatividade constituído por várias etapas envolvidas nesse processo:

Razões para o Registo: A CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES confirma a importância do registo de marcas como um meio essencial para proteger a sua identidade e imagem institucional, estabelecer uma presença visual distintiva e reforçar a renovação e confiança nas atividades organizadas pela Confederação.

Desenvolvimento do Logotipo Distintivo: A CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES pretende investir tempo e recursos na criação de um logotipo distintivo que represente eficazmente os valores, missão e visão da Confederação. Este logotipo servirá como um elemento visual-chave associado à marca.

Registo Formal junto ao INPI: Uma etapa que envolve a formalização do registo de marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em Portugal. Este processo incluirá a apresentação de documentos específicos, como descrição detalhada da marca, categorias de produtos ou serviços associados e, possivelmente, uma representação visual da marca.

A implementação destas ações não apenas fortalecerá a posição da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES no cenário associativo, mas também fornecerá uma base sólida para a preservação e promoção da identidade coletiva das organizações culturais, recreativas e desportivas associadas.

Início da atividade – janeiro 2024

Fim da atividade – dezembro 2025

AT2.17. AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIO

A aquisição de equipamentos e mobiliário é uma necessidade urgente para a organização da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES em diversos setores. Existem vários objetivos pelos quais se considerar a compra de novos equipamentos e mobiliário, conforme os motivos comuns e as necessidades associadas, que passamos a descrever:

Atualização Tecnológica: Manter-se atualizado com as últimas tecnologias para melhorar a eficiência operacional, a produtividade e a competitividade da organização.

Substituição de Equipamentos Antigos ou Obsoletos: Equipamentos antigos são menos eficientes e mais propensos a falhas. A substituição por modelos mais modernos pode melhorar seriamente a confiabilidade e a eficiência.

Conformidade com Normas e Regulamentações: A aquisição de equipamentos que atendam às normas e regulamentações específicas é essencial para garantir a conformidade e evitar incidentes de ordem legal.

Melhoria da Qualidade e Inovação: Equipamentos mais avançados podem melhorar a qualidade dos produtos ou serviços, além de promover a inovação dentro da organização.

Saúde e Segurança no Trabalho: A aquisição de móveis ergonómicos e equipamentos de segurança contribui para um ambiente de trabalho mais saudável, reduzindo o risco de lesões e melhorando o bem-estar dos funcionários.

Atualização da Imagem da Marca: Móveis modernos e equipamentos de maior qualidade podem contribuir para uma imagem corporativa mais moderna e profissional.

Eficiência Energética: A aquisição de equipamentos mais eficientes em termos de energia pode reduzir os custos operacionais a longo prazo e monitorizar a organização e as práticas sustentáveis.

Manutenção Preventiva: Substituir equipamentos desgastados antes da sua falência pode ajudar na prevenção de paralisações não planeadas e reduzir custos de manutenção corretiva.

Ao considerar a aquisição de equipamentos e mobília, é crucial alinhar essas decisões aos objetivos estratégicos da organização, garantindo que cada investimento contribua para o crescimento e a eficiência global.

Início da atividade – janeiro 2024

Fim da atividade – dezembro 2025

AT2.18. AVALIAÇÃO DO IMPACTO

AT2.18.1. Âmbito e objetivos

O ponto de partida da Avaliação do Impacto deste Projeto são as perguntas:

  • Em que ponto nos encontramos? Onde queremos chegar? Como vamos lá chegar? No final qual
    o “deve e o haver” entre o ponto de partida e o ponto de chegada e qual/quais os percursos percorridos? Quais os desvios?
  • Quais as expectativas em termos organizacionais (CONFEDERAÇÃO E ESTRUTURAS
    DESCENTRALIZADAS)? E dos/as Dirigentes? E dos/as trabalhadores/as?
  • Quais os impactos nas entidades da ES – Economia Social e na sociedade em geral?
  • Quais os objetivos a atingir? E quais os prazos para os vários objetivos?

A Avaliação do Impacto do Projeto abrange todos os efeitos colaterais (específicos e globais), do
planeamento e da implementação deste Projeto, não se reduzindo, somente, à análise dos objetivos inicialmente definidos.

Neste Projeto prevemos a elaboração de um Relatório Intercalar e um Relatório Final de Avaliação do Impacto.

A Avaliação do Impacto do Projeto é realizado por uma entidade externa, mas também tem o acompanhamento e a avaliação da equipa interna (Órgãos Sociais da CONFEDERAÇÃO das COLECTIVIDADES).

Os objetivos específicos da avaliação são múltiplos, destacando-se:

1.Acompanhamento da execução do programa, nomeadamente as condições em que
decorre, as dinâmicas criadas, as dificuldades e obstáculos surgidos.

  1. Contributo para a garantia de qualidade na execução do projeto.

3.Analisar, compreender e comparar a execução e os resultados das atividades
desenvolvidas no projeto.

  1. Identificar práticas bem-sucedidas, que possam ser replicadas e disseminadas.
  2. Aprofundar o conhecimento dos Atores da Economia Social em Portugal.

AT2.18.2. Metodologia Geral

O processo de observação e recolha de informação a realizar ao longo das várias etapas do
projeto inclui, entre outros, análise documental; observação participante, entrevistas
(individuais e de grupo) e questionários. Da respetiva análise e comparando os resultados
obtidos (face aos esperados e inesperados), decorrerá a continuidade e/ou reorientação das
ações futuras a desenvolver.

AT2.18.3. Indicadores de Realização

Indicadores de realização de atividades e respetivas ações concluídas, a extrair das respetivas
evidências e outros que venham a ser criados para análise das mesmas.

AT2.18.4. Metas e Indicadores de Resultados

Aplicação de questionário a trabalhadores/as e Dirigentes com respostas positivas de 75% quanto ao reforço da sua CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL.

AT3.1. DESMATERIALIZAÇÃO DE PROCESSOS E ARQUIVOS

A DESMATERIALIZAÇÃO foi uma das atividades mais complexas do trabalho dos últimos anos e, simultaneamente, o maior investimento. É consensual que esta ferramenta inovadora tem efeitos muito positivos na organização e na eficiência da atividade da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e que se pretende alargar, definitivamente, às Estruturas Descentralizadas da Confederação.

Nesta fase será dado especial enfoque à digitalização dos ARQUIVOS ASSOCIATIVOS da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES com as seguintes prioridades:

  1. Acervo documental base da Confederação;
  2. Acervo documental das associações centenárias;
  3. Acervo documental existente na Confederação referente às 4 400 filiadas;
  4. Acervo documental existente na Confederação referente às Coletividades extintas.

A restauração da conexão entre o paradigma em papel e o paradigma virtual não apenas superará as restrições impostas pelas limitações temporais e espaciais, mas também terá um impacto ambiental significativo. Esse avanço representa um passo crucial na transição do paradigma em papel para o paradigma virtual, reduzindo o consumo de recursos naturais, como árvores para produção de papel, e diminuindo a pegada de carbono associada à produção e distribuição de materiais impressos.

Será uma tarefa a desempenhar pelos serviços da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES, com recurso a equipamentos e tecnologia específicos, e por contratualização de serviços externos.

Milhões de imagens serão capturadas em sistema planetário devido à variada formatação e estrutura física dos documentos, os quais estão organizados em pastas com diversos formatos.

A captura será realizada com extrema precisão, procedendo-se à digitalização página por página. Isso permitirá isolar as informações contidas em cada página, especialmente quando houver uma ampla variedade de formatos ou quando as condições de conservação variarem (incluindo perda de suporte ou outras alterações). Assim, garantimos que não haja mistura de informações provenientes de diferentes unidades documentais em um único arquivo.

Os ficheiros de imagem serão nomeados de acordo com as especificações definidas no documento “DESIGNAÇÃO DOS FICHEIROS DE IMAGENS”, (Versão 2), em vigor na DGLAB- Torre do Tombo e adaptadas à nossa entidade.

As imagens/ficheiros matrizes serão produzidas em formato tiff (Tag image file format).

NORMAS A SEGUIR:

  • ISO 12234-2:2001 e ISO 12639:2004 e sem compressão.
  • ISO 12639:2004 – Graphic technology – Prepress digital data exchange – Tag image file format for image technology (TIFF/IT), sem compressão.

A riqueza dos ARQUIVOS ASSOCIATIVOS é inestimável, a disponibilização destes materiais na PLATAFORMA MAP reveste-se da maior importância e interesse para todos/as (Dirigentes/Investigadores/Curiosos) que de uma forma ou de outra estão ligados ao MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR e para a sociedade em geral.

Início da atividade – janeiro 2024

Fim da atividade – dezembro 2025

AT3.2. PLATAFORMA MAP

Nos últimos anos, para além da consolidação e generalização da utilização da PLATAFORMA MAP por todos os/as seus/suas utilizadores/as, especialmente pelos Gabinetes e seus/suas novos/as utilizadores/as, criando rotinas de utilização e fazendo as necessárias parametrizações a essas rotinas, estão a ser desenvolvidas novas funcionalidades inovadoras e a reestruturar-se outras, para incrementar a sustentabilidade da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e apoiar as necessidades das suas Filiadas.

A plataforma MAP estabelece uma conexão efetiva entre a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e suas filiadas e estruturas descentralizadas, fomentando, dessa forma, uma cultura de proximidade.

A CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES deseja aumentar sua visibilidade junto a um número cada vez maior de coletividades. Apesar de já contarmos com um elevado número de filiadas, aproximadamente 4.800, há um potencial significativo para o crescimento, considerando que existem cerca de 32.000 coletividades em Portugal

Reconhecemos que os serviços da Confederação foram projetados para atender às necessidades atuais de nossas filiadas, e que um crescimento significativo no número de filiadas acarreta novas responsabilidades. No entanto, também entendemos que quanto maior for o número de Coletividades Filiadas, maior será o potencial para estabelecer redes de trabalho que possam partilhar recursos, conhecimento, financiamento e outros recursos, otimizando assim nosso funcionamento conjunto.

Através da PLATAFORMA MAP, continuaremos a promover a compreensão da Economia Social à qual estamos associados, destacando o potencial do MAP e divulgando eventos, formações, fóruns, conferências, debates, congressos e sessões de trabalho realizados tanto em nossa estrutura nacional, junto das nossas associações e parceiros. Além disso, temos a intenção de manter o atual sistema de pagamentos da PLATAFORMA MAP como base para o pagamento das quotas das filiadas.

Início da atividade – janeiro 2024

Fim da atividade – dezembro 2025

AT4.1. Sessões Temáticas – Envolver todo o território nacional

O Associativismo é uma forma de intervenção comunitária que busca organizar ambientes, aprimorar seus recursos e capacidades para melhorar as condições de vida das populações. Isso reflete a dinâmica das comunidades e impulsiona melhorias na qualidade de vida.

O associativismo, ao resgatar a vivência comunitária muitas vezes esquecido no ritmo agitado da vida quotidiana, desempenha um papel fundamental na capacitação das comunidades, permitindo-lhes afirmar o seu poder por meio da colaboração e parcerias. As associações, destacam-se como espaços privilegiados de intervenção, representando uma fonte significativa de inspiração e um terreno útil para o florescimento da democracia.

Uma das maiores potencialidades da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES é a implantação territorial, através das suas filiadas, que cobrem quase todo o território nacional. O contacto direto com os cerca de meio milhão de dirigentes associativos é fundamental para manter ativa a Rede de apoio mútuo existente no meio associativo. A atividade Sessões Temáticas pretende tocar esse universo através de iniciativas presenciais, em todo o território, com palestras e debates sobre temas de interesse para o MAP. A capacitação dos 500 beneficiários deste Projeto é assim diretamente transportada para os dirigentes associativos, de forma alargada.

Outro objetivo desta atividade é fornecer uma base sólida para o desenvolvimento de políticas, programas e projetos que atendam às necessidades reais das comunidades, promovendo a participação ativa e o empoderamento dos membros do movimento associativo popular.

Considerando as diferentes preferências das comunidades em relação aos temas a abordar e capacitar, os mesmos podem variar muito, dependendo de fatores como a localização geográfica, interesses culturais, demografia e necessidades específicas.

Considerando que a representação que a Confederação tem nos 164 concelhos dos territórios de baixa densidade, representados por 14 elementos nos órgãos sociais da Confederação, bem como num vasto número de associações existentes e instaladas nestes locais, prevê-se a capacitação através da abordagem de algumas questões comuns e relevantes que muitas comunidades podem gostar de debater:

  • Associativismo em territórios de baixa densidade;
  • O papel das Associações de Cultura, Recreio e Desporto no envelhecimento ativo;
  • Salvaguarda dos arquivos Históricos Associativos;
  • Direitos de Autor;
  • Igualdade de género no Associativismo;
  • A Juventude no Associativismo;
  • As Relações entre o Poder Local e o Poder Associativo;
  • Legislação Associativa;
  • Desenvolvimento Comunitário;
  • Meio Ambiente e Sustentabilidade;
  • Cultura e Património;
  • Inclusão e Diversidade;
  • Participação Cívica e Política;
  • Tecnologia e Informação;
  • Comunicação e informação.

Prevemos um Total de 100 Sessões Temáticas (35 sessões nos territórios de baixa densidade, 65 no restante território).

Cada sessão deverá contar com o trabalho voluntário dos dirigentes da Confederação e prever as necessidades logística e de recursos humanos não voluntários.

 

Evidências/Produtos:

  1. Lista de presenças;
  2. Fotografias;
  3. Mapas de deslocação;
  4. Inquérito de satisfação.

Início da Atividade: janeiro de 2024

Fim da Atividade: dezembro de 2025

AT4.2. Formação avançada de DAVs em Gestão do Associativismo

Dando continuidade ao processo de formação avançada de DAVs, iniciado com o Programa de Capacitação POISE2020/OP288, propomos reforçar a ligação com as Instituições de Ensino Superior no sentido de continuar a oferecer aos DAVs formação de qualidade e certificada.

Pretende-se melhorar os cursos oferecidos até agora, permitindo ir ao encontro das necessidades do Movimento Associativo, sem deixar de incorporar os métodos inovadores e reconhecidos das instituições de Ensino Superior.

Estas formações permitem avançar no reforço da investigação científica na área do Associativismo pois são impulsionadoras de vontades e potenciadoras de inovação nesta área de investigação ainda a dar os primeiros passos.

Evidências/Produtos:

  1. Lista de presenças;
  2. Fotografias;
  3. Mapas de deslocação;
  4. Inquérito de satisfação;
  5. Relatório.

AT4.3. Formação dos/as trabalhadores/as

Continuaremos a promover ações de formação dos/as trabalhadores/as da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES e suas ESTRUTURAS e funcionários das filiadas representadas nos órgãos sociais da Confederação.

 

Evidências/Produtos:

1.Planos de sessão;

2.Listas de presença;

3.Avaliações

4.Certificados

Consolidar o trabalho iniciado em fases anteriores do Programa de Capacitação em torno da Comunidade Internacional do Movimento Associativo Popular (CIMAP).

 

AT5.1. RELAÇÕES INTERNACIONAIS

ENCONTROS IBÉRICOS – Confederação, FEAF (Federação Espanhola de Grupos Folclóricos) e outras Federações

Nos últimos anos no PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES já realizou um conjunto de diversas ações conjuntas em parceria com a FEAF – Federación Española de Agrupaciones de Folclore, que resultou em:

  • Candidaturas a programas de financiamento ERASMUS;
  • Sessões de trabalho online e presenciais;
  • ENCONTROS IBÉRICOS DE CULTURA ASSOCIATIVA, um em Serpa e outro em Badajoz.

Não tendo sido possível nos dois últimos anos retomar esta atividade e compromisso protocolado, por força dos diversos constrangimentos tidos por ambas as partes, será 2024 o ano da Retoma deste programa.

ENCONTROS IBÉRICOS – OUTRAS FEDERAÇÕES

Com base na proximidade natural entre Portugal e Espanha, e em face das históricas relações de vizinhança, onde a cultura e o desporto são um forte incremento de dinamismo e uma razão para aprofundar relações bilaterais, torna-se essencial estabelecer protocolos, como um instrumento de diálogo com objetivo de impulsionar e estimular a partilha de experiências e preocupações transversais através da abertura de relações internacionais e transfronteiriça com as: Federação Coral Galega (FECOGA), Federação Coral das Astúrias, Federação Coral de Madrid, Federação Coral de Castela e Leão, Federação Coral da Extremadura (FECOEX), Federação Provincial de Coros de Salamanca (FEPCOSAL), Federação Espanhola de Círculos Culturais e Casinos, que representa: Casinos Tradicionais, os Círculos Comercial e Industrial, os Liceus Artesanais, Centros Comerciais e Agrícolas, Tertúlias e Encontros Literários, Sociedades Culturais e Recreativas e os Ateneus.

A criação de protocolos é uma ferramenta importante para estabelecer diálogos/relações regulares entre dois países e em especial entre a Confederação e outras organizações, promovendo a partilha de experiências e preocupações comuns. Os protocolos podem incluir acordos de cooperação em áreas específicas, como a organização conjunta de eventos culturais e desportivos, intercâmbio de artistas e atletas, formação de treinadores e técnicos, entre outras áreas de interesse comum.

Além disso, os protocolos podem estabelecer a possibilidade de financiamento para projetos conjuntos, facilitar o acesso a infraestruturas e recursos compartilhados, e incentivar a mobilidade transfronteiriça de artistas, atletas e equipas. Esses protocolos podem contribuir significativamente para o desenvolvimento de relações mais fortes e colaborativas entre Portugal e Espanha no campo da cultura e do desporto, promovendo uma maior compreensão e cooperação entre os dois países.

Objectivos: Desenvolver iniciativas de promoção da atividade cultural, fomentando a sua dimensão social, junto das populações e garantir uma boa ligação entre a cultura, a academia e o poder político.

Início da Atividade: janeiro de 2024

Fim da Atividade: setembro de 2025

AT5.2. REDE – DIÁSPORA E LUSOFONIA

Enquadramento:

Por uma decisão estratégica, a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES optou por realizar ações de âmbito transnacional apenas na Fase II de seu plano. Para isso, criou uma plataforma online com carácter ibérico/internacional, com o propósito de incentivar parcerias e promover colaborações em nível internacional.

Conforme mencionado nas Fases anteriores, as Coletividades representam o espelho da cultura, das tradições e, ao mesmo tempo, servem como espaços de encontro e lazer para as comunidades. Agora, com a conclusão bem-sucedida de muitas das ações planeadas para esta fase, e até mesmo aquelas não previstas anteriormente, observamos que as Coletividades desempenham um papel fundamental na criação de redes de trabalho eficazes, na troca de informações, conhecimentos e práticas bem – sucedidas com organizações congéneres em vários países da União Europeia. Isso contribui para alcançar as metas e objetivos de convergência.

É inegável que a REDE ASSOCIATIVA INTERNACIONAL ofereça consideráveis ​​benefícios, incluindo a promoção da integração e da tolerância numa Europa cada vez mais multicultural, que busca constantemente uma maior “injeção de humanidade”. O Associativismo, com suas características, práticas e natureza, tem o potencial de desempenhar um papel decisivo nesse sentido. A qualidade da democracia depende, em grande parte, da participação cívica dos cidadãos, e o Associativismo é um exemplo de compromisso, transparência e participação democrática, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos.

Objetivos principais

No contexto deste PROGRAMA, a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES está empenhada em fortalecer e aprofundar os laços com as Associações Portuguesas dos/as Residentes no Estrangeiro. No entanto, nesta fase, é essencial estabelecer o contato institucional com as suas contrapartes, ou seja, as Associações/Federações de Cultura e Recreio e Desporto de diversos países da União Europeia.

Pretende-se assim potenciar:

  • Acesso a informações sobre as melhores práticas adotadas por coletividades de outros países.
  • A partilha de recursos entre as organizações de diferentes países.
  • A criação de atividades inovadoras e sustentáveis ​​que beneficiem as populações atendidas pelas coletividades.
  • A colaboração na elaboração de estudos e projetos conjuntos para aprofundar o conhecimento sobre a Economia Social nos países envolvidos.
  • A organização e promoção de eventos, incluindo encontros científicos de alcance internacional, tanto online como presencialmente.
  • O estímulo à formação de parcerias com entidades de outros países, impulsionando o desenvolvimento da Economia Social.
  • Estabelecimento de uma Rede de Contatos e Colaboração regular e dinâmica entre entidades de diversos países.

Este PROGRAMA visa fortalecer a cooperação e a troca de conhecimentos entre as coletividades e organizações culturais, recreativas e desportivas de vários países, promovendo um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo.

CONGRESSO/CONFERÊNCIA Um Congresso/Conferência sobre Associativismo Português e a Diáspora (sessão de apresentação da Confederação, em colaboração com a CCPF – Coordenação das Colectividades Portuguesas de França) através de convite a todas as Associações e Colectividades Portuguesas em França.

É primordial cativar os filhos e os netos, para esta causa comum, sob pena de perdermos a dimensão global de identidade cultural. A diáspora portuguesa tem uma base cultural e uma marca social, mas também tem um potencial económico que importa aproveitar, criando e facilitando oportunidades de investimento na terra natal.

Objectivos: Ouvir as suas dificuldades, estabelecer relações de proximidade e possibilidades de intercâmbio. Captar a filiação junto da Confederação.

Início da Atividade: janeiro de 2024

Fim da Atividade: setembro de 2025

AT5.3. Redes de Caminhos Solidários

“Redes de Caminhos Solidários” é um projeto que tem por finalidade utilizar o Associativismo como um veículo estrutural de inclusão de população migrante, por se tratar de um tema bastante relevante, que abrange diversas áreas, como a integração social, cultural e recreativa. Um projeto de caráter inovador a implementar junto das coletividades de cultura recreio e desporto:

Rede de Caminhos Solidários: Construindo Pontes para a Inclusão e Integração

Objetivo Geral: Facilitar a integração ativa de refugiados e imigrantes através de atividades culturais, musicais, desportivas e recreativas de coletividades locais, promovendo a diversidade e a união através de redes de solidariedade.

Atividades:

  1. Inclusão pela Música
  2. Inclusão pelo Desporto
  3. Inclusão através de Atividades Recreativas
  4. Inclusão pelo debate e informação sobre multiculturalismo

Ao implementar estas iniciativas associativas, especialmente dirigidas para a inclusão das populações migrantes, o projeto ” Redes de Caminhos Solidários” procura não apenas criar oportunidades de participação, mas também fomentar um ambiente acolhedor e enriquecedor para todos os membros da comunidade.

Prevê-se a realização das iniciativas em estreita colaboração com o Alto Comissariado para as Migrações, Rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes e com as Rede Europeia de Integração e Rede Europeia das Migrações.

Prevemos a realização de 5 iniciativas em territórios com forte presença de população migrante.

Início da atividade – junho de 2024

Fim da atividade – dezembro de 2025

O Estudo de Opinião será realizado por uma entidade externa, a qual apresentará à CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES as metodologias e técnicas a aplicar.

O Estudo será efetuado com base nas análises e Relatórios decorrentes das várias etapas do projeto e da aplicação dos métodos e técnicas escolhidos.

Neste Estudo constará a caracterização da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES, seus Órgãos Sociais e Estruturas, bem como as mudanças decorrentes do processo de CAPACITAÇÃO.

O Estudo deverá apontar pistas/sugestões de novos projetos e da continuação do processo de Capacitação, pós 2025, processo que nunca estará concluído pela natureza organizacional, funcional e dinâmica do Associativismo Popular.

Finalmente, ressalvar que daremos especial atenção à adesão de Jovens, Mulheres e dirigentes de Associações em territórios de baixa densidade, mas, também, à inclusão de novas coletividades e dirigentes, que por falta de meios tecnológicos, não integraram ainda nenhuma Fase do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO.

75% dos/das Inquiridos/as deverão reconhecer o impacto positivo do PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO.


O Estudo Final será disponibilizado na Plataforma MAP e num suporte físico que poderá ser exclusivo (Edição da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES).

 

Início da Atividade: janeiro 2024

Fim da Atividade: dezembro 2025

A Memória Descritiva da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES explicita as atividades e subatividades a implementar durante a execução deste Projeto, que no nosso caso está prevista decorrer entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025 (24 meses).

Uma vez mais, a CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES opta por candidatar iniciativas inovadoras para o MOVIMENTO MAP que, na maior parte dos casos, atiram dirigentes e trabalhadores/as para fora das suas zonas de conforto e obrigam à aprendizagem de formas diferentes de executarmos as mais diversas tarefas.

Contudo, sendo este um programa no âmbito do Pessoas 2030 – Capacitação de parceiros da economia social, ao mesmo tempo que procuraremos sempre incorporar formas inovadoras e modernas de realização das tarefas do dia-a-dia da CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES, das suas Estruturas e Filiadas, simultaneamente, evitaremos a exclusão de quaisquer Dirigentes e/ou Coletividades (por falta de acesso às mais recentes tecnologias), nem que para isso tenhamos que duplicar processos.

Para vencer – material ou imaterialmente – três coisas definíveis são precisas: saber trabalhar, aproveitar oportunidades e criar relações.” (Fernando Pessoa in “Teoria e Prática do Comércio”)

CIMAP Comunidade Internacional do Movimento Associativo Popular

CNES Conselho Nacional da Economia Social

CONFEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

CPES Confederação Portuguesa da Economia Social

DAV Dirigente Associativo Voluntário Eleito

ES Economia Social

INE Instituto Nacional de Estatística

MAP Movimento Associativo Popular

UE União Europeia

POISE Programa Operacional de Inclusão Social e Emprego

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